Pela manhã, Paola Raffetta (Argentina) apresentou o projeto “Campanha de Apostasia Coletiva”, detalhando o significado do termo “apostasia” em relação às garantias constitucionais e pactos internacionais de direitos humanos. Explicou a situação da campanha na Argentina, seus antecedentes e suas réplicas em outros territórios, e também como proceder para apostatar, segundo os regimes dos distintos países para garantir a legislação civil.

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Carlos Álvarez (Uruguai/Argentina), à tarde, falou sobre “Religiões de matriz africana e fundamentalismos religiosos”, expondo pontos-chave para entender as religiões afrodescendentes, mostrando ainda alguns dos Orixás principais e certas formas de sincretismo com imagens de santos católicos. Depois explicou como as religiões de matriz africana oferecem possibilidades distintas à expressão das diversidades sexuais. Por fim, propôs um trabalho em grupo, em que os e as participantes pensaram formas de integrar as comunidades de espiritualidades de matriz africana às lutas do movimento LGBTI.

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